domingo, 4 de julho de 2010

(n)O Castelo de São Jorge

A visita à Belém não foi fotografada - esqueci a máquina, que pena!! De qualquer forma, o pastelzinho que se come não tem foto que o retrate. É muito mais para a memória do que para o registro. Gostei mais da "atmosfera" dos lugares por onde passei, como a confeitaria onde comi o pastel, do que da própria iguaria: uma massa folhada, com um recheio de creme doce.

Meu segundo dia na "Terra Mãe" estava programada a ida ao Castelo de São Jorge. Da Praça da Figueira, tomando uma cerveja na pressão no dia anterior, avistei suas muralhas. Depois do meu café brasileiro, apanhei o autocarro para ir - voltaria no elétrico (um bondinho minúsculo e lindinho!!). Ah! a brasilidade no café foi porque encontrei pão de queijo por lá. Supresa, perguntei sobre aquela "aparição" e o garçon respondeu sorrindo: "Foi uma freguesa brasileira que nos deixou a receita". Só podia ser mesmo... e a minha tese da "cidade linkada" se mantinha...


A ida para o Castelo é rápida e tranquila. Lá temos uma vista linda da cidade. O lugar é muito bacana mesmo! Senti muita saudade do meu Galego: quanto mais bonito o lugar, maior era minha saudade... E olhe que esse era apenas o segundo dia!

O poema escrito na pedra me levou para mais perto das minhas saudades. Essa é uma viagem a ser feita em par e é o que faremos, certamente!!




A cidade vista lá de cima é linda!! Parece um brinquedo de montar (ou montado). Na constante referência à Salvador, via a semelhança da vista do Comércio. Os patrícios repetiram aqui o que tinham no além mar.

Daí o Rio Tejo vira mar! Comecei a circular toda muralha, praticamente, vista mar.

Que espírito de guerra e conquista é possível em um lugar tão bonito!




Quem ficou cercado aí dentro, certamente entendeu o sentido do "navegar é preciso..."


Do lado de cá da vida, do melhor da vida, digo e sinto outra coisa:
Viver é preciso!!!


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