Meu segundo dia na "Terra Mãe" estava programada a ida ao Castelo de São Jorge. Da Praça da Figueira, tomando uma cerveja na pressão no dia anterior, avistei suas muralhas. Depois do meu café brasileiro, apanhei o autocarro para ir - voltaria no elétrico (um bondinho minúsculo e lindinho!!). Ah! a brasilidade no café foi porque encontrei pão de queijo por lá. Supresa, perguntei sobre aquela "aparição" e o garçon respondeu sorrindo: "Foi uma freguesa brasileira que nos deixou a receita". Só podia ser mesmo... e a minha tese da "cidade linkada" se mantinha...
O poema escrito na pedra me levou para mais perto das minhas saudades. Essa é uma viagem a ser feita em par e é o que faremos, certamente!!
Daí o Rio Tejo vira mar! Comecei a circular toda muralha, praticamente, vista mar.
Que espírito de guerra e conquista é possível em um lugar tão bonito!
Quem ficou cercado aí dentro, certamente entendeu o sentido do "navegar é preciso..."
Do lado de cá da vida, do melhor da vida, digo e sinto outra coisa:
Viver é preciso!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário